O Naftaleno não acumula na carne de animais e peixes, não prejudicando a alimentação dessas carnes, quando exposto aos animais que produzem leite, o composto acaba passando para o leite (leva-se em consideração também a produção de leite materno), o mesmo ocorre na produção de ovos. Pequenas porcentagens foram encontradas em amostras de peixes, crustáceos e moluscos quando a água apresenta alto nível de poluição ([2]). A exposição a uma grande quantidade de Naftaleno pode danificar a produção de glóbulos vermelhos, com a diminuição da produção ocorre à queda de células vermelhas na corrente sanguínea, acarretando em anemia hemolítica. Essa anemia acaba por gerar outros problemas como: fadiga; falta de apetite; palidez ou coloração amarelada, inquietação, diarréia, sangue na urina e etc. ([3]). A Agência Internacional para Pesquisas sobre o Câncer (IARC) concluiu que o Naftaleno é possivelmente um agente cancerígeno para os seres humanos, visto que existam poucas provas, mas existentes, que o Naftaleno provoque câncer em cobaias. Segundo a Agência de Proteção Ambiental (EPA) dos Estado Unidos, em 1986 o Naftaleno foi atribuido ao Grupo C: Carcinógeno – poderá causar câncer - Humano Possível.
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